sábado, 23 de julho de 2011

Morre Amy Winehouse


Sim,é isto mesmo a cantora de jazz ,Soul e R&B Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa, em Londres egundo a polícia de Londres. A cantora tinha 27 anos e um histórico de envolvimento com álcool e uso de drogas.

A cantora se apresentou em turnê pelo Brasil em janeiro deste ano, com shows em Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo.

No mês passado, a cantora britânica abandonou uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por aparentemente estar bêbada demais durante a performance.

Durante 90 minutos, Amy balbuciou partes de suas canções e deixou o palco várias vezes, enquanto a banda continuava o show.

A cantora vinha enfrentando uma longa batalha contra as drogas e o álcool que vinham ofuscando sua carreira nos últimos anos. Um dos seus principais hits, "Rehab", falava sobre suas constantes idas às clínicas de reabilitação.







quarta-feira, 20 de julho de 2011

Atenção, despertem!

Eu sei que o HeavyHeads é um blog dedicado à música, mas desta vez, com o que anda na economia mundial, eu devo alertá-los, mas para isso, eu quero que vocês prestem atenção. Curiosamente, os Estados Unidos da América estão chegando à uma grande crise mundial. Os americanos estão deixando de honrar as suas dívidas, mas aí qualquer pessoa fala que "é por causa que a América se encontra endividada". Eu não consigo acreditar nisso tudo que a mídia está nos revelando. Isto tudo é mentira. O banqueiro e senhor do mundo, David Rockefeller, disse que a economia "só precisava obter uma grave crise mundial, e a partir deste ponto, a população iria aceitar que fosse estabelecido uma Nova Ordem Mundial". Bem, ele acertou em cheio, e não falta muito tempo, não!

Eu sei muito bem o grande plano mor destas marionetes que se dizem presidentes, senadores, radialistas e jornalistas. O mundo todo está vendo o que está acontecendo na Grécia, uma terrível guerra civil, e isso é apenas o começo. Estão falando também – porém, nada confirmado – mas as tropas estão indo para o continente africano, o que muito provavelmente, poderá se desencadear em uma possível Terceira Guerra Mundial. Muitos já estão dizendo que este grande plano obscuro poderia acontecer entre outubro e novembro deste ano. Também eu fiquei sabendo que, além dos Estados Unidos, a Itália também esteja entrando em uma possível decaída em sua própria economia.

Acontece que nós pensamos que vivemos em um mundo livre, onde vamos onde quiser. Mas não é. Há quantos, anos, décadas e milênios nos acostumamos em pensar assim, enquanto eles é que mandam nos programas que mais adoramos, nas músicas que mais amamos e não deparamos que isso tudo, as empresas, os seus empregos, enfim, tudo que nós imaginamos que tenha nesse enorme globo, seja deles.

É claro, pois logo, logo, o Microchip Mondex, que segundo eles, "servem para seguimentos financeiros e para identificação pessoal também", já está sendo lançado no Brasil, e é de se preocupar. Quem é que vai querer colocar um microchip na mão direita? Só para ser controlado? As pessoas que já colocaram, elas estão ingênuas, para não chamar de ignorantes, porque elas já estão sendo controladas. É desta forma que, num futuro próximo, seremos controlados. E quem não aceitar ser "chipado", acaba sendo morto. Ou seja, você mesmo acaba sendo o vilão da história, sendo que você não é.

E quanto a redução populacional, isso não é apenas um pesadelo, isso é real. O continente africano está sofrendo por causa disso. Eles são negros, e os senhores do mundo detestam negros, eles tem nojo da raça afro. Eles tem tanto nojo, que só a África está sofrendo com desnutrição e inúmeras guerras. Mas quando pessoas como eu revelamos coisas desses tipos, ninguém consegue acreditar, e nos chamam de "loucos". Vocês preferem continuar acreditando que vivem em um mundo na qual não existem. Mas para vocês, o plano é tão psicopata que parece ser um roteiro de um filme. Mas isso é um filme. É um verdadeiro filme, cujo os vilões somos nós.

Atenção, despertem, algo muito ruim pode acontecer. Eles já estão implantando coisas terríveis contra a humanidade. Desliguem a TV para ver coisas do tipo Big Brother, porque é isso que vai nos escravizar. Se entreguem a Deus e esqueçam os símbolos que você acha que é cristão, porque não são! O símbolo do peixe não é cristão! Cuidado!

LP

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Queen: 'A Night at the Opera'





















Talvez, não se compare o ecletismo de estilos e os flertes de instrumentos de diversas culturas que tem o álbum A Night at the Opera, que segudo o guitarrista Brian May, é o Sgt. Pepper da banda. Primeiramente, com o sucesso comercial de Sheer Heart Attack, seu primeiro grande álbum gravado e com "Killer Queen" tendo ganho sucesso mundial, a banda ainda não tinha um tostão, e os seus empresários e donos da Trident com carros novos a cada dia e com roupas cada vez mais caras, mas o vocalista Freddie Mercury desconfiou e tratou de fazer um jeito com que o Queen se livrasse desses mercenários.

Primeiramente, depois de terem conseguido se livrar da Trident, a EMI contratou a banda, que teve todo o tempo do mundo para gravar o que até hoje, por todos os fãs e críticos musicais que sempre reverenciaram esse disco, é a obra-prima e o disco mais importante da carreira do Queen. Mesmo depois de terem se livrado dessa, Freddie Mercury ainda estava com sede de vingança. Bem, a vingança foi bem feita pois até os outros membros ficaram nauseados de tanto ouvir. Talvez foi a única vez em que, em uma canção da banda, Mercury tenha se tornado tão obcessivo e maldoso ao mesmo tempo. E você pode reparar nas letras.

"Death on Two Legs" é tão hard-rock, tão pesada, tão malvada e tão arrogante. A letra é a mais cruel que Mercury escreveu durante sua carreira de compositor e líder da banda. A raiva flerta um pouco com a ironia com os solos sínicos de May, quando é acompanhado pelo refrão cantado por Mercury: "Death on two legs/You're tearing me apart/Death on two legs/You've never had a heart of your own" ("Morte sobre duas pernas/Você está acabando comigo/Morte sobre duas pernas/Nunca teve um coração"). A canção confronta com o clima ostil que o grupo tinha com os seus empresários mercenários. Todo o mundo sabe que Mercury escreveu "Death on Two Legs" para eles, mas para o Queen não se complicar em possíveis processos.

Temos de tudo um pouco, e com muita produção cara, as faixas foram bem gravadas, um dos exemplos é "I'm in Love With My Car", de Roger Taylor. Afinal de contas, A Night at the Opera é o álbum de rock mais caro já concebido em toda a história musical. É uma canção de hard-rock com os vocais de Taylor confrontando com a sua bateria. Quanto ao estilo do álbum, A Night at the Opera tem as mesmas características que seu antecessor, Sheer Heart Attack, onde reunem inúmeras camadas vocais de puras harmonias líricas, na qual o exemplo perfeito em Sheer Heart Attack é uma música que se chama "Bring Back That Leroy Brown", que traz os vocais em camadas exageradas demais e fez com que poluísse a música da banda. É claro que o seu antecessor é algo mais pesado, mais glam, e A Night at the Opera é mais sofisticado. E quanto à abstração lírica, nesse álbum, não temos algo que seja considerado poluído dentro do álbum.

De repente, de dentro de sua inspiração e seu inconsciente, o baixista John Deacon decidiu discutir com a banda para que sua canção fosse o primeiro single do álbum. "You're My Best Friend" é uma balada pop simples que simplesmente conquistou todos os públicos, principalmente os americanos. Realmente foi um sucesso. Com o seu piano tocado pelo mesmo, e com os vocais de Freddie soando perfeitamente, a música se tornou uma das primeiras a se fixar no ouvinte, para aqueles que amam e para aqueles que não gostam, mas sabem de quem é a música. Foi como o produtor do disco, Roy Thomas Baker, disse: "A qualidade de sons diversificados que tem o Queen sempre foi ouvido e fez com que qualquer um, até os que não gostam do grupo os identifique ao ouvi-los."

E Roy Thomas Baker tem razão. Tudo é definido em "camadas". Em A Night at the Opera inteira, não sabemos ao certo de quantas camadas vocais e instrumentais foram gravadas. Em camadas, disso nós temos certeza que isso me soa com ópera de boa qualidade. As vozes dos quatro inteiras definindo o backing vocals da banda são de uma harmonia grande e bonita.

Do lado folk, acústico, nós temos "'39", que é uma canção folclórica de Brian May. O heavy-metal aparece em "Sweet Lady", a balada romântica de Freddie, "Love of My Life", que foi desejada para o amor de toda a sua vida, Mary Austin e o rock-progressivo está na profética "The Prophet's Song" (baseada em um sonho que May teve na época, e também, de longe, a música mais longa que a banda gravou).

Muito foi dito sobre "Bohemian Rhapsody". O segundo single do álbum, contendo "I'm in Love With My Car" no lado B, "Rhapsody" definiu a cultura pop. Foi uma confusão quando os três integrantes viam Freddie dizer, "E esta é a parte da ópera!". "Realmente, nós estávamos bastante confusos, e não sabíamos onde Freddie queria chegar com esta obra de arte." Duas semanas foram o tempo certo para gravarem, e mais de 180 camadas gravadas (contendo o lado da ópera e do resto da música), Freddie definiu a música pop com uma balada pop que ao mesmo tempo, tinha uma letra triste e de uma melâncolia, que muitas vezes, o próprio vocalista afirmava ser sobre ele, um verdadeiro "Boemio".

De todas as aquisições e qualidades, A Night at the Opera deu o sucesso para o Queen seguir seu sonho de continuar suas grandiosas carreiras, e "Bohemian Rhapsody" definiu a banda inteira, até os dias de hoje. Pode até ter definido a banda, mas foi essencial para o reconhecimento grandioso e único.

10 de 10


Leonardo Pereira

Michael Jackson: 'Thriller'





















O álbum mais vendido do milênio foi claramente um trabalho inesquecível, mas difícil de se realizar – mas não poderíamos saber como é que cada hit faria tanto sucesso de uma hora para outra, inclusive "PYT". Se você ver uma coisa, você pode tocá-lo em uma discoteca estilos anos 80 que ainda existe por toda a Porto Alegre que mesmo assim, faria tanto sucesso. A inesgotável "Beat It", com a força da guitarra de Eddie Van Halen, deixando o vício musical entrando cada vez mais a tona. "The Girl Is Mine" é um amor interracial no rádio e provou ser mais bonita que "Michelle", dos Beatles. "Wanna Be Startin' Somethin'" começa com batidas musicais soando de forma rapida, lotando as pistas de danças. "Billie Jean" é a sua mais clara afirmação sobre sua sexualidade e seu estrelato, e "Thriller" é a rara canção que ficou famosa pelo seu vídeo-clipe, que o tornou uma metáfora para os seus fãs privilegiados.

10 de 10


Leonardo Pereira

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Beyonce: '4'





















O mundo pop sempre foi o mesmo com algumas cantoras como Lady Gaga, Rihanna, Britney Spears, mas com Beyonce é diferente. Trata-se de uma cantora de R&B e pop que consolidou-se na carreira de uma das maiores artistas dos anos 2000. Também esbanja toda a sua criatividade vocal e sensual. Se é para ser algo tão memorável, é óbvio que está muito cedo para falar no sentido de ser uma "obra-prima pop". É claro que, em canções como "I Care", "I Miss You" e o single "Best Thing I Never a Had", Beyonce vai de forma sensual e ofegante, como quem vê uma grande disputa para o trono de rainha do pop na atualidade.

7 de 10


Leonardo Pereira

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Arctic Monkeys: 'Suck It and See'





















Basicamente, o Arctic Monkeys sempre foi conhecido por ser uma banda que seguiu um rumo dentro do rock & roll de forma diferente. Talvez a forma diferente possa ser o rock de garagem, o pós-punk de muitas guitarras elétricas sendo confrontadas com a bateria e os vocais do vocalista e guitarrista Alex Turner. Nos estilos da banda, o Arctic Monkeys sempre foi algo mais sujo, mais rock & roll, mais rock de garagem, mais pós-punk, mais alternativo.

Quando a banda gravou e lançou o seu álbum de estréia, Whatever People Say I Am, That's What I'm Not, a banda havia esquentado e viciado a cabeça direto nas guitarras afiadas e contagiosas, com um rock alternativo bastante pegado em sua execução. O seu álbum de estréia fez com que a banda conquistasse o tão sonhado "sucesso", e começou a aparecer, recebendo atenção das pessoas.

Basicamente falando, o novo trabalho do Arctic Monkeys é bastante sonoro: temos melodias bastante executadas com uma idéia "universal", onde a idéia geral é conquistar os ouvidos. Em termos de sofisticação, Suck It and See tem inúmeras vantagens de sofisticação e a sua principal arma é o rock de garagem. O rock de garagem é completo dentro deste álbum e faz com que se torne rico em música, melodia e composição. Alex Turner toca e canta de forma sofisticada, enquanto que o resto da banda acompanha tão organizadamente que nos faz voltar aos tempos de The Cars, Talking Heads e Joy Division.

A idéia musical do Arctic Monkeys é bastante fortalecida e eu praticamente achei amplamente grandioso, pela forma na qual me surpreenderam - e estão surpreendendo a todos. Uma coisa que é praticamente real é que o indie-rock está crescendo, assim como as bandas contemporâneas The Libertines e Franz Ferdinand, e fez com que o Black Keys também entrassem para esta lista. Digamos que Arctic estivesse se achando. Porque, sinceramente, eu não acho que o indie-rock deve ser levado a sério pela banda.

8 de 10

Leonardo Pereira

terça-feira, 10 de maio de 2011

The Cars: 'Move Like This'





















Muitos momentos foram novamente equiparados com os seus velhos tempos em Move Like This, seu primeiro álbum em 24 anos, trazendo novas faixas, que por sinal, são revolucionárias pelo seu som e estilo rock de garagem dos anos setenta. A sonoridade deste material consiste em guitarras bem tocadas e de uma tecnologia bem distribuída nas baterias potentes. Mas temos muitas influências aqui: aqui, o grupo tenta tem o lado glam em "Blue Tip", onde tem as baterias potentes duelam com os vocais e as guitarras. Enfim, a banda se reencontra com esse grande trabalho, por mais que esse álbum possa não ser o que eu esperava, Move Like This passa longe de ser ruim.

7 de 10


Leonardo Pereira